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Petroleiras mostram apetite por campos em terra durante leilão de oferta permanente


Petroleiras mostram apetite por campos em terra durante leilão de oferta permanente Petroleiras mostram apetite por campos em terra durante leilão de oferta permanente

O resultado da oferta permanente mostrou que há apetite no mercado por projetos de revitalização de campos em terra. Sete das 12 áreas com acumulações marginais foram arrematas com concorrência, o que é não é comum nas disputas por blocos de exploração onshore.

No primeiro ciclo de oferta permanente realizado pela Agência Nacional do Petróleo e Biocombustíveis (ANP) na terça (10/09), a maior parte dos campos maduros foi arrematado com concorrência acirrada entre as empresas, terminando com 12 áreas contratadas, das 14 áreas disponíveis.

Os novos operadores serão as empresas Brasil Refinarias (2 campos), Creative Energy (2), Great Energy (1), Imetame (1), Perícia (1), Petro Global (4) e Petro Victory (1). Veja os detalhes no gráfico.

São projetos de pequeno porte, com compromissos de investimento inicial que totalizam R$ 10,5 milhões. Contudo, a disputa pelas áreas refletiu um interesse dos operadores de pequeno porte de investir no onshore brasileiros, ressaltou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone.

“O Nordeste é o grande vencedor desse processo licitatório, com atração de investimentos, geração de renda em lugares diferentes do que a gente tem visto nos últimos leilões”, afirmou.

Oddone citou ainda a “surpresa positiva” que foi o interesse da interesse da ExxonMobil em consórcio com Enauta e Murphy, que contratou três áreas em águas profundas de Sergipe — único interesse em áreas offshore no leilão.

Operadores onshore
Ao todo, foram arrematados 33 blocos em terra, com 17 mil km² de novas concessões, além dos 12 campos maduros, totalizando 45 áreas. O bônus total a ser arrecadado é de R$ 22,3 milhões.

Sete operadores contrataram blocos de operação, seis deles em terra: Eneva (6), Geopark (4), Imetame (1), Petro Victory (15), Petroil (2) e Phoenix (2).

“No Brasil, sempre se vê a vocação do offshore, mas a gente tem um grande potencial onshore que precisa ser explorado. Esse resultado está muito alinhado com a política do Reate”, afirmou a secretária-adjunta da Secretária de Petróleo e Gás do MME, Renata Isfer.

A exploração em águas rasas está fora do radar. Mais uma vez, a oferta de blocos em águas rasas da Bacia de Campos não despertou interesse.

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Fonte: EP BR