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O Cenário Offshore no Brasil

20 de novembro de 2006

Nordeste expande operações e renova oportunidades, mas ainda é o sudeste que concentra o maior volume de negócios de E&P

Que as perspectivas do setor de produção e exploração de óleo e gás irão crescer nos próximos anos em função da auto-suficiência, todo mundo já sabe. Na edição passada da revista, trouxemos os indícios deste crescimento, ao revelar que pelo menos 20 novas plataformas iriam começar a operar até 2010, sendo 13 delas na Bacia de Campos. Mas é preciso dizer que estes números extrapolam as barreiras da bacia responsável por 80% da produção nacional, alcançando do norte ao sul do país, ora no continente, ora no mar e proporcionam mercados potenciais em todo território brasileiro, em proporções variadas.

Deve-se ressaltar que quando se fala em E&P, é o segmento offshore que responde mais alto: 81% do que produzimos vem do subsolo marinho; 64% das áreas em concessão estão em águas profundas e ultra-profundas; e 90% das reservas comprovadas de petróleo estão no mar, segundo dados divulgados pela Petrobras. E, apesar da Bacia de Campos concentrar o maior volume destes índices, os atuais investimentos em pesquisas e exploração nas áreas concedidas em outras bacias como a do Ceará-Potiguar, Camamu-Almada (BA), Espírito Santo e Santos revelam que estas são – ora estreantes, ora renascendo – grandes fontes de negócios.

Basta analisar o quadro das principais descobertas da Petrobras no período de 2002 a 2005 para avaliar o potencial de cada uma delas: gás em Manati, na Bahia; gás natural e óleo leve em Santos, com o bloco BS-500 e no campo de Mexilhão; o mesmo ocorrendo no Espírito Santo, com o campo de Golfinho; mais óleo do tipo pesado nos campos de Cachalote, Jubarte e no complexo das Baleias e óleo leve no campo de Roncador, na Bacia de Campos; e por aí segue.

E o que esses dados representam? Que os alarmes sobre o fim próximo do petróleo brasileiro, principalmente no estado do Rio de Janeiro, são falsos e que o mercado está extremamente aquecido não só para as grandes investidoras do setor, mas também para os fornecedores de bens e serviços de todo o país, que estejam bem informados e preparados para atender a essa nova demanda.

1. O cenário da Bacia do Ceará

 - Qual a situação da atividade de E&P?

Na Bacia do Ceará, há quatro campos em produção, que foram descobertos no fim da década de 70 e começaram a produzir no início dos anos 80. Mas as expectativas cresceram com a concessão de dois blocos na Bacia para a Petrobras: o BCE-1 e BCE-2, situados em águas profundas ao largo dos campos de Xaréu, Curimã, Espada e Atum ao norte de Fortaleza. Lá também estão em análise projetos de perfuração de poços nos campos de Atum e Espada, para manter a produção nos níveis atuais, já que se trata de campos antigos e que já apresentam um declínio natural.

- E como se apresenta o mercado local de fornecimento?

Atualmente, segundo informações do Sebrae-Ceará, por conta da limitação do mercado regional, a Petrobras ainda contrata muitos serviços de fora. Este foi um dos motivos que levou as empresas locais a se organizarem e fundarem uma associação – a Unipetro, que está em fase de criação de regimento interno. “Elas estão se preparando. Retomamos o trabalho com os fornecedores este ano. Das 36 empresas a quem atendemos, 11 prestam serviços a Petrobras. Nosso objetivo é aumentar este número e buscar outras âncoras, além da companhia”, explica o gestor do projeto de Petróleo e Gás do Sebrae-Ceará, Wellington Ribeiro.

Mas este cenário já apresenta boas perspectivas de mudanças. Segundo informações da Petrobras, atualmente, cerca de 40% do montante de serviços são contratados a empresas do Rio Grande do Norte. “Nos últimos anos, a participação das empresas locais no fornecimento tem crescido consideravelmente e a existência do Fórum Regional do PROMINP (PROMINP-RN) tem contribuído significativamente para melhorar o mercado regional”, afirma a empresa em comunicação oficial.

2. O cenário da Bacia do Potiguar (CE)

 - Qual a situação da atividade de E&P? 

Já na Bacia do Potiguar, a situação é bem mais favorável ao mercado offshore. São 15 campos no mar produzindo óleo e gás - sete em produção e oito na etapa de desenvolvimento da fase de produção. Três deles são: o campo de Siri (descoberto em 2002 na área do bloco BPOT-10, adquirido pela Petrobras nas rodadas de licitações da ANP); e os campos Guajá e Salema Branca (no Bloco BPOT-100A). Estes campos já foram comercialmente declarados e começam a receber as primeiras instalações. Existem ainda mais dois blocos em fase exploratória - BM-POT-11 e BM-POT-13. As atividades de busca lá se estenderão até 2009 e isso significa que nos próximos três anos teremos notícias se a Bacia do Potiguar aumentou sua cartela de campos ou não.

Este é um quadro com bom potencial para os fornecedores que desejam expandir seus negócios. O Plano de Negócios da Petrobras para o período 2006-2010 prevê investimentos de US$ 1,46 bilhão no Rio Grande do Norte (estado que compõe a Bacia ao lado do Ceará), nos segmentos de exploração e produção, gás natural, energia, distribuição, segurança e meio ambiente. Na área de E&P, serão aplicados US$ 1,1 bilhão em diversos campos, com destaque para a ampliação do campo de Ubarana (que faz 30 anos de produção em 2006), o desenvolvimento do campo de Dentão e outros projetos.

- E como se apresenta o mercado local de fornecimento?

O quadro da Bacia Potiguar quanto ao fornecimento é o mesmo da Bacia do Ceará, já que as duas compartilham área no estado do Ceará e são administradas pela mesma unidade de negócios da Petrobras – a UN-RNCE. De acordo com informações da companhia, as principais dificuldades são associadas à qualificação, tanto da mão-de-obra quanto dos empreendedores.

Na carteira de projetos do PROMINP – RN estão previstos vários projetos de qualificação profissional nas áreas de gestão empresarial, em SMS e inserção digital além de organização de missões empresariais. Com relação às demandas principais, a Unidade informa que são os serviços associados às atividades de manutenção e de construção e montagem. Os materiais mais consumidos são as tubulações, válvulas, conexões e equipamentos de elevação.

3. O cenário da Bacia de Sergipe-Alagoas

- Qual a situação da atividade de E&P?

O mercado offshore da Bacia de Sergipe-Alagoas ainda corresponde a uma parcela pequena da produção de petróleo offshore nacional - cerca de 0,51% (incluindo o líquido de gás natural) - e 6,47% da produção de gás natural do país em mar. Mas uma descoberta em 2002 agitou os ânimos da região: o campo de Piranema. Localizado no bloco SEAL-100, o campo está na fase de desenvolvimento e tem início de produção previsto para ainda este ano. É nele que será instalada a primeira plataforma cilíndrica do mundo, num projeto brasileiro pioneiro. Construída na China, a plataforma está recebendo equipamentos na Holanda e vai operar em Aracajú.

Por enquanto, a região reserva poucas surpresas para um futuro próximo. Basta ver a situação atual dos blocos concedidos naquela área durante as rodadas de licitação da ANP para perceber que lá, as novidades são em proporções menores. Dos cinco blocos concedidos nas sete rodadas, três já foram devolvidos, apesar de terem tido indícios de presença de óleo e gás; um deu origem ao campo de Tartaruga, já em produção; e o outro originou o campo de Piranema, em desenvolvimento.

- E como se apresenta o mercado local de fornecimento?

O funcionamento de Piranema renova as oportunidades para empresas fornecedoras da cadeia. Isso porque mesmo sendo sede do primeiro campo offshore do país – o Guaricema, em 1968 -, o estado possui limitações na questão do suprimento de bens. “O mercado local é muito l

Fonte: Revista Negócios Offshore - Ana Paula Azevedo

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